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Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256 [entries|archive|friends|userinfo]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256

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Clima Organizacional [Apr. 11th, 2007|11:47 am]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256
Acredito que pouquíssimas pessoas lêem esta minha página, apesar de termos mais de 4 bilhões de pessoas acessando a Internet no mundo. Quero acreditar que pelo menos a minha mãe a lê....De qualquer maneira ainda continuo escrevendo, insistentemente, na expectativa de que alguém além dela entre neste meu cantinho e comente meus artigos. Estes tempos atrás, fui convidado a responder um questionário e participar da apresentação dos resultados de uma pesquisa de clima organizacional feita na empresa onde trabalho. Creio que um dos maiores problemas de clima organizacional é, antes de tudo, um problema de cultura. E não me refiro à cultura organizacional da empresa, me refiro à cultura brasileira. Aos bons exemplos, que constantemente observamos na nossa cultura nacional, vindos dos nossos políticos, dos nossos ministros, nossos pobres, nossos ricos e dos nossos “lideres”. Então, para melhorarmos o clima organizacional precisamos melhorar o clima familiar, o clima nacional e o clima pessoal. Além de termos que aprender a lidar com as frustrações do dia a dia.
Longe de ser um “ bolchevistinha” de plantão que não sabe administrar como o Jalbor designou alguns “companheiros do partido”, mesmo porque não sou partidário de nenhum partido político e muito menos me considero um mau administrador, gostaria de salientar que grande parte de um clima organizacional não propício é de exclusiva responsabilidade das lideranças corporativas que não tem o dom de liderar. Técnicas podem ser aprendidas mas liderar uma equipe, antes de tudo é um dom, um carisma, uma qualidade inata que só pode ser aperfeiçoada e não criada artificialmente. Um líder que tem por opção escolher pessoas não capacitadas e qualificadas para estarem a sua volta por medo de “perder” posição que conquistou ( sabe-se lá como ) não é Líder e por conseqüência não consegue motivar seus “liderados” a criarem um clima organizacional propício ao desenvolvimento tanto do profissional “liderado” quanto da empresa em questão, que não consegue alcançar metas, criar procedimentos menos “burrocráticos”, se comunicar entre áreas. No caso da minha empresa isto não acontece, mas mesmo assim o clima organizacional pode ser melhorado, pois tivemos um resultado medíocre na avaliação da empresa contratada para compilar e analisar os resultados. Uma possibilidade é utilizarmos o PPR como alavancador desta motivação.

De lambuja: a liderança é responsável de 50 a 70% de como os seus liderados enxergam o clima organizacional de um departamento (ou empresa)

fonte: Great Place to Work
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Por que você não sabe que está faltando papel higiênico no banheiro do segundo andar ? [Jul. 14th, 2006|08:23 am]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256
A resposta é simples: porque você tem coisas mais importantes a decidir e a fazer, então você delegou a uma segunda pessoa cuidar desta situação. Acontece que esta segunda pessoa também tem coisas mais importantes a fazer , então ela criou uma gerencia de administração do prédio e colocou outra pessoa de sua confiança para coordenar todas as áreas administrativas que , por sua vez, criou uma equipe para cuidar da limpeza que foi terceirizada e que trousse o Zequinha ( que é o rapaz que cuida do papel higiênico do banheiro do segundo andar ). Acontece que o prédio tem 20 andares e tem 3 banheiros em cada andar, e se você fosse informado toda vez que acaba papel higiênico no banheiro você ficaria louco. Você confia e dá toda autonomia para suas equipes cuidarem desta área pra você. Um dos problemas começa a acontecer quando , por estratégica do dono da empresa, o segundo andar é utilizado para reuniões de negócios com presidentes de outras empresas, e por estratégia de sua empresa estas reuniões são importantíssimas e você não fica sabendo que já fazem duas semanas que tem muita gente usando o banheiro e por falta de papel não dão descarga. E ficou tudo acumulado. Quando o Zequinha fala para a empresa terceirizada que está faltando papel, a empresa comunica a administração que tenta tomar as providencias mas não tem dinheiro pra comprar papel e limpar a sujeira. A administração da terceirizada faz uma requisição para compra de papel que é juntada as outras requisições que soa enviadas para quem decide sobre as compras. Esta pessoa foi orientada para economizar o máximo possível pois a empresa passa por problemas de fluxo de caixa e para efetuar a compra tem que justificar todos os pedidos.O pedido volta e você tem que solicitar ao gerente administrativo que justifique a falta de papel higiênico. Mas este , por estratégia própria entende que não é o momento oportuno de falar sobre banheiro, pois eles estão cuidando do processo de vendas de vendas de geladeiras e vão realizar um negócio de grande monta com a empresa XYZ.
O presidente desta empresa XYZ está com uma reunião marcada para hoje, com você, no segundo andar, para tratar deste grande negócio.
Resumo: Se por um acaso você pudesse ter tido contato direto com o Zequinha, apesar de todas as suas tarefas e necessidades de decisão, pode ser que ele tivesse te contado a 2 semanas que estava faltando papel higiênico e que na opinião dele, se não tivesse como comprar papel seria interessante mudar as reuniões para o sétimo andar, para evitar algum constrangimento, ou seja, não precisa ser concentrador, centralizador, autoritário, querer saber de tudo., mas de vez em quando, sem compromisso é interessante escutar o Zequinha. Grandes negócios podem ser fechados por um simples conhecimento de algo fútil.
Ou me promova para o cargo de consultor empresarial.....
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Algumas dicas sobre consultorias [Jul. 5th, 2006|04:30 pm]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256
A única certeza que eu obtive após muitos estudos, é que , independentemente da ferramenta que você utilize, por mais eficaz que a consultoria que a forneça diga que ela o é, dentro de sua empresa, o que garante a eficácia de qualquer programa é a competência e inteligência de quem está gerenciando qualquer implantação em qualquer nível. O problema é que nem sempre a alta administração tem a coragem de confiar em seus subordinados pois a arrogância e certeza de maior competência- imposto pela própria situação do cargo, não admite esta hipótese. Prefere-se contar com uma consultoria externa esperando que a mesma resolva de imediato todos os problemas. Nem sempre a grama do vizinho é mais verde. Se for, desconfie !
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Opiniões para uma vida [Jun. 28th, 2006|09:55 am]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256
Não somente em nossa empresa, mas em toda nossa vida nos deparamos com a questão do sucesso ou com a realização de nossos sonhos. Achamos que o sucesso é algo intangível, que os sonhos são impossíveis de serem realizados... ou somos , de alguma forma, direcionados para trermos esta impressão. Meu cunhado, que tem uma personalidade totalmente diferente da minha me mandou uma resposta de um psiquiatra de renome que ele leu em uma revista de grande circulação:
O entrevistador ,Camilo Vannuchi perguntou a Roberto Shinyashiki:
- Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus? Shinyashiki responde:
- A sociedade quer definir o que é certo. São quatro as Loucuras da Sociedade.
A primeira é:
- Instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse
significados individuais.
A segunda loucura é:
-Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é:
-Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura:
-Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe.
Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que
diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem
infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou
amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou
ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de
pacientes terminais.
Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei
conversar com eles na hora da morte. Maior parte pega o médico pela
camisa e diz:
"Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora
eu quero aproveitá-la e ser feliz".
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que
a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o
dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado
muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.
"Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é
opcional."

Portanto minha conclusão é de que você pode ser feliz, pode ser bem sucedido tanto na vida pessoal quanto na vida profissional. Só depende da ótica com a qual vê seus problemas e lida com suas frustrações.
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Minha Nova Fase.... [Jun. 21st, 2006|10:29 am]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256
Estimular e manter um bom ambiente organizacional está entre as atribuições que mais preocupa os profissionais de RH. Na prática, isso acontece porque não é uma tarefa fácil conviver com a pressão que a alta produtividade proporciona às pessoas, solucionar os conflitos entre as equipes e, ainda, satisfazer os interesses da organização e dos colaboradores ( que eu chamo de empregados ). A internet tem me proporcionado um espaço inexistente até tempos atrás, como meus artigos tem se mostrado um tanto quanto "subversivos" na ótica de quem detem a tomada de decisões no meu ambito profissional, recolho-me a anonimidade de um "BLOG", que foi criado por diversão em 1999, antes desta febre de BLOGS aparecer no Brasil. De qualquer maneira, sabemos que internet não deve ser considerada uma fonte precisa de informações pois todos podem escrever o que pensam, neste meu caso é mais um espaço de desabafo , onde colocarei meus sentimentos sobre diversos assuntos e quem sabe possa me proporcionar no futuro o reconhecimento profissional que eu almejo. Neste espírito vivo me questionando: por que o ser humano não consegue conciliar o dinamismo e vontade dos jovens com a experiência e maturidade dos mais velhos ? Nas empresas por que não podemos conciliar as novas idéias com as importantes aprendizagens acumuladas durante anos de experiência de profissionais que nem sempre são ouvidos ? Por que estimula-se a rotatividade dos profissionais entre as empresas em detrimento do seu comprometimento com a fidelidade empresarial ? O profissional tem realmente que mudar de empresa para ser reconhecido no mercado no qual atua ? Estas e muitas outras questões serão a partir de agora retratadas neste jornal. Quem sabe se tem alguem lendo....
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Hpapy seplling!! [Oct. 29th, 2003|03:13 pm]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256
De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea,
não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso.

A úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas
etejasm no lgaur crteo.

O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler
sem pobrlmea.

Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea
isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.
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Oxigenação ou Oxidação [Oct. 29th, 2003|03:06 pm]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256
Oxigenação : (cs), v. 1. Tr. dir. e pron. Quím. Combinar(-se) com o oxigênio; oxidar(-se). 2. Tr. dir. Tingir por meio do oxigênio: O. os cabelos. 3. Tr. dir. Revigorar, fortalecer.

Oxidação: (cs), s. f. Quím. 1. Ato ou efeito de oxidar ou, oxidar-se. 2. Estado de oxidado. Oxidar: o.xi.dar

(cs), v. Tr. dir. e pron. 1. Converter (-se) em óxido; combinar(-se) com o oxigênio. 2. Enferrujar(-se): A umidade oxidou os talheres. Oxidaram-se as peças metálicas.

Muitas empresas se utilizam , erroneamente ao nosso entender, o termo "oxigenar o quadro de funcionários" para justificar o ato de demitir os antigos funcionários que possam não estar mais correspondendo as expectativas do empregador e contratar pessoas mais novas, com novas visões e novo ânimo para a empresa. Um problema que pode ocorrer é que, com o excesso de oxigênio a empresa pode enferrujar. Sim, parece antagônico, mas uma empresa enferrujada é aquela que não consegue andar, ninguém conhece nada , não tem cultura, não tem história e por conseqüência não tem compromisso com a sua própria existência. O cliente ,então, é colocado em segundo plano pois os executivos tem que gastar muito tempo tentando resolver problemas internos devido a falta de diretivas e conhecimento destes novos empregados. Para que não ocorra a oxidação é necessário que a oxigenação seja ponderada e controlada. No caso de uma empresa qualquer é possível que este controle seja feito de maneira a passar os valores e a historia da empresa para os novos empregados e seja bem clara no compromisso que ela queira ter com o mesmo. A seleção apurada dos novos empregados é importante e o compromisso destes para com a empresa é maior ainda.
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Feliz [Oct. 29th, 2003|02:55 pm]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256
HOje é um dia Feliz... acabei de falar com um antigo colega de trabalho que se aposentou a 5 anos. Ele está bem, a familia e os netos também. Realmente as vezes penso o que acontecerá comigo quando estiver na minha aposentadoria... parece tão distante mas do modo que o tempo está correndo.... talvez chegue mais rápido do que eu estou esperando...
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Por que a simplicidade das coisas assustam qualquer consultor de empresas? [Oct. 8th, 2003|03:29 pm]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256
A resposta a esta pergunta é simples. Porque simplesmente nas universidades e nos mestrados em qualidade ou recursos humanos, enfatiza-se ensinar o complexo, o incompreensível , o difícil para simplesmente justificar a existência do curso, de pessoas com as mais diferentes certificações e , para o espanto dos meus colegas consultores e auditores, para se dar emprego pra muita gente. Estamos vivenciando nas empresas aquilo que nosso antigo ministro Helio Beltrão chamava de “burrocratização”. As coisas simples não dão ibope, pois dão a perceber que qualquer um poderia fazer, se você ao invés disso faz coisas complexas, “inintendíveis” você é diferenciado, é mais inteligente, é mais preparado, tem um título que o diferencia do mercado. Só que leva-se mais ou menos 3 a 4 anos para perceberem que só existe “blá blá blá”.... Quando se escreve um procedimento, solicita-se a colocação de assinaturas escritas dos mais diversos níveis hierárquicos da empresa para que o mesmo seja aprovado. Contraria-se assim a delegação de autoridades e responsabilidades, aumenta-se a concentração de decisões, amarra-se as empresas e melhor que isso, se tem que empregar inúmeros “Office boys” para que façam os formulários, preencham-no e os carreguem para estas várias instâncias de aprovação. Sem contar que a repetição da mesma informação em vários formulários diferentes aumenta logaritimamente a probabilidade de se cometer errpos que serão facilmente detectados em uma futura auditoria de processos, justificando assim a contratação de um “especialista em auditoria” para preparar o ambiente para uma auditoria futura ou um consultor de processos, para remodelar o processo utilizando as mais modernas ferramentas existentes no mercado ( desde 1928 ) A sugestão não seria utilizar-se o e-mail ? Não... confia-se mais no “Office boy” do que nos sistema de e-mail da empresa ( que nunca funciona ). Então, para que te-lo ?

As coisas simples contradizem tudo que é ensinado nas faculdades ou nos cursos superiores que envolvem qualidade . Os consultores ficam assustados pois podem perder a “boquinha”. Geralmente quando a implantação de qualquer programa não dá certo vêm com as desculpas de que não obtiveram o apoio necessário da alta liderança, que as equipes não tinham o comprometimento suficiente ou que a qualidade dos empregados não é condizente com a complexidade dos processos da empresa ou que simplesmente a empresa em questão não tem o perfil para aquela solução idealizada. Na minha longa vida empresarial já passei por diversas fases, diversos modismos , diversas tentativas. As que obtiveram sucesso foram as que se apoiavam na premissa de que a simplicidade e o óbvio também fazem parte do negócio da empresa. Diagnósticos empresariais foram feitos porem os “aproaches” mais simples deram mais certo. Além disso, cabe ao líder do segmento ter a simplicidade suficiente para entender que a sua liderança perante todos os empregados é fundamental para o sucesso do “empreendimento”.

Em resumo vos digo: os consultores de empresa e os auditores tem medo da simplicidade porque seus empregos estão em jogo. Caso os empresários e lideres das empresas perceberem que dentro das própria empresa existem pessoas com o perfil e qualificação para assumirem estas funções de liderar com simplicidade, um simples reenquadramento funcional resolve mais que a contratação de “experts” externos, não existirá a necessidade de consultoria externa. Talvez terá que ser inventado um novo emprego...
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VIVER COMO AS FLORES.... [Oct. 3rd, 2003|02:22 pm]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256
Viver como as flores

- Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais,
outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são
mentirosas. Sofro com as que caluniam.
- Pois viva como as flores - advertiu o mestre.
- Como é viver como as flores? - perguntou o discípulo.
- Repare nestas flores - continuou o mestre, apontando lírios que cresciam
no jardim. - Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas.
Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não
permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas. É justo
angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os
vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não
são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite, pois, a virtude de
rejeitar todo mal que vem de fora... Isso é viver como as flores...
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