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Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256 [entries|archive|friends|userinfo]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256

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Sindrome do pequeno poder ... sim existe em todos os lugares... [Jan. 8th, 2013|01:37 pm]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256

É aquele seu chefe que insiste em atrapalhar seu bom trabalho, reclamando de coisas infundadas pelo simples prazer de mostrar quem manda.

É também aquele segurança que resolve barrar sua entrada, só porque "ele pode".
Ou manda, de maneira autoritária,  você andar na faixa de segurança ( mesmo que não tenha nenhum carro em movimento no estacionamento ) só porque a CIPA assim o instruiu.

É o pessoal do almoxarifado que não libera uma simples caneta porque você não preencheu aquele formulário de oito vias com três semanas de antecedência.

É o porteiro mandão que se apoia nas regras do prédio para exercer seu papel de mini déspota.

Eles estão todos por ai, ocupando seus pequenos cargos e seus pequenos poderes.

Sindrome do pequeno pênis.

O ego dessas pessoas não cabe dentro delas, ocupa um espaço maior do que o bom senso, o respeito e o ato de se colocar no lugar do próximo.

Elas não se interessam por coisas lógicas e nem tem a sensibilidade de entender sua reclamação.

Eles simplesmente seguem as suas regras.

Acham que estão cumprindo seu dever. O pequeno poder só consegue ver o que foi ensinado, só consegue ter uma pequena visão.

Geralmente é aquela pessoa que queria ser uma coisa, mas precisou ser outra.

Em meu trabalho, já cruzei com muitos chefes que queriam estar em outro lugar. Quer seja em uma diretoria, em outra área com outras atribuições

Como não conseguem o mesmo rendimento nem a mesma eficiência, muito menos os mesmos resultados, se esbaldam na tarefa de fazer da sua vida um inferno, exatamente o que seu sucesso faz com o ego deles.

Que pena, os pequenos poderosinhos se dedicam tanto ao seu processo de sabotagem (as vezes sabotam o próprio negócio para conseguir sabotar o próximo) que geralmente acabam conseguindo o que querem.

Usam suas atribuições de forma absoluta e imperativa, sem se preocupar com os problemas que geralmente ocasionam. Elefantes sambando na loja de cristais.

Para essas pessoas, vale a máxima, "se você quer conhecer uma pessoa de verdade, dê poder a ela", mas se quiser conhecer mesmo, dê a ela um pequeno poder.

Na realidade esta situação é uma patologia. A Síndrome do pequeno poder, segundo a psicologia é uma atitude de autoritarismo por parte de um indivíduo que, ao receber um poder, usa de forma absoluta e imperativa sem se preocupar com os problemas periféricos que possa vir a ocasionar.

Segundo Saffioti, é um problema social e não individual, característica da nossa sociedade. Ela surge quando aqueles que não se contentam com sua pequena parcela de poder exorbita sua autoridade. . Nem precisa ser um grande poder: às vezes um mero crachá já transforma alguém em "autoridade". É evidente que exercício exaltado ou inadequado do poder pode trazer muitos transtornos e comprometer a sobrevivência e produtividade do grupo. Sendo assim, é necessário lidar bem com a ascensão de pessoas.Neste caso o doente nem percebe o que está fazendo e vive se questionando o por que as coisas não funcionam do modo que ele quer...

Se você é quem subiu:

• Perceba que ninguém faz sucesso se não por meio de outros; agora, mais que nunca você precisará do apoio de todos. Humildade é um bom começo.

• Saiba que, mesmo sendo dono da empresa, ninguém se sustenta eternamente no poder se não exercê-lo do modo correto. Muitos donos de empresas são "demitidos" por sócios, executivos, credores ou outros quaisquer que tenham poder.

• Nunca confunda a importância do cargo com a pessoal. Como pessoa você tem valor, mas dificilmente terá poder (pessoas sem cargo e com poder são apenas aquelas dotadas de uma autoridade moral indiscutível, pela sua contribuição ou história). O cargo, por outro lado, tem poder e o dá ao ocupante.

• Aprender a exercer o poder é aprender algo da maior importância. Invista nisso e procure a sabedoria

  • Respeito  e autoridade é algo que se conquista nunca se impõe ou pressiona para tê-los...

Como lidar com isto ?  Paciência... paciência...paciencia...paciencia... e paciencia.  Como quase toda patologia médica, o paciente que a tem não tem conhecimento dela, aliás nem quer ter.

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Inovar - Esta é a tônica ! [Oct. 10th, 2008|08:19 am]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256

Inovar não está relacionada a um grande e permanente brainstorming, mas sim em conscientizar as pessoas de que devem olhar a empresa com olhos criativos e livres. O texto abaixo foi copiado de um outro profissional .

Não está fácil trabalhar e sobreviver nas organizações contemporâneas. Entre tantas exigências traduzidas na forma de competências, o “homo organizacionalis” precisa saber lidar com paradoxos (não será esta uma nova competência?). Para citar apenas alguns deles:
Qualidade de vida com jornadas de trabalho de 11 a 12 horas  .
Decisões precisas, porém rápidas .
Racionalidade para lidar com o cotidiano x emoção e afetos colocados no trabalho pelas pessoas.
Qualidade de processos e produtos x redução de custos Inovação como atitude das pessoas x ambiente de trabalho x resultados de curto prazo.

De todos os itens desta lista (que poderia ser ainda maior), foque na inovação, tão em voga ultimamente. Palavra de ordem no mundo empresarial de hoje, a inovação em produtos, processos e modelos de negócio vem sendo discutida e cobiçada por organizações de todo o mundo, e o Brasil não é exceção.
Aos poucos, porém, as empresas estão descobrindo que a realidade é muito mais dura que a imagem apregoada principalmente pela mídia.

A tendência natural de todo profissional é ter a impressão de que só ele está certo e que só o que ele conhece é superior ao conhecimento e experiência de outros. Então qualquer  profissional que ascenda profissionalmente assumindo um cargo de maior responsabilidade tende a implantar programas conforme a sua experiência e , por vezes, profundo conhecimento “específico” limitado a uma única escola de competência.

A inovação é um processo sistemático, no qual toda empresa investe de alguma forma, e seus resultados aparecem no médio e longo prazo. É um processo que depende não só de tecnologia e metodologia em pesquisa e desenvolvimento mas também, e principalmente, de uma cultura e um ambiente organizacional que propiciem o seu desenvolvimento. Daí a justificativa clichê para que qualquer consultor fracassado a use para justificar o injustificável : não completar o trabalho porque o clima da empresa não é propício...

Portanto, a inovação não está relacionada simplesmente a um grande e permanente “brainstorming” ou a um curso de gerenciamento de projetos ou qualquer outra tentativa isolada de pequenos heróis, mas sim de conscientizar pessoas de que podem e devem ajudar a olhar a empresa, seus processos e produtos, com olhos criativos e livres. Realizar “sinapses livres”, dizem os especialistas em criatividade, mas que possam produzir idéias factíveis. É muito mais uma postura, uma prontidão para criar e ajudar a empresa a se desenvolver, do que simplesmente liberar a imaginação criativa das pessoas. Passa-se, portanto, do campo da tecnologia para o da utilização do potencial humano no trabalho, e ai sim encontra-se o grande problema: pessoas, pessoas , pessoas ...

No entanto, as condições para que a inovação se desenvolva nem sempre estão dadas, e esta é uma parte do paradoxo. Para proporcionar um ambiente de sinapses livres, as empresas precisam investir nas pessoas e nas suas relações internas, quer dizer, propiciar um clima aberto onde todos possam contribuir com criatividade e comprometimento com os resultados. Como criar as condições favoráveis ao aparecimento de boas idéias? Ou ainda, como fazer aparecer uma postura e uma consciência para a inovação?

Vista do ângulo das pessoas, a questão da inovação fica mais complexa. Como ser criativo diante das condições de trabalho contemporâneas das grandes empresas como, por exemplo, jornada de 11 a 12 horas por dia, estresse, pressão por resultados, contenção drástica de custos, mudanças contínuas, entre outras. Parece que o problema está colocado. Pessoas produzem idéias criativas e inovadoras sim, porém em certas condições mínimas e favoráveis. Certamente não produzem idéias diferenciadas sob pressão ou por uma causa pouco compreendida ou pouco legítima.

Idéias não surgem do nada ou “brotam da terra”. Neste sentido, o endereçamento das soluções para esta questão bate à porta de dois atores organizacionais conhecidos e parceiros: gestores e a área de Recursos Humanos( ? ) . Os primeiros desempenham um duplo papel nesta questão. Por um lado também são agentes inovadores, devem e podem colocar suas competências a favor desta causa. Por outro, comandam um exército de potencial criador e inovador, que depende do seu reconhecimento e incentivo. Atuam, neste caso, como facilitadores e descobridores de talentos, podem fazer a diferença para a empresa se empregarem esforços neste sentido.

Pelo lado de RH, esta área desempenha um papel estratégico para apoiar a empresa e gestores no desenvolvimento da competência e da consciência para a inovação. Incentivando um ambiente de trabalho mais favorável à manifestação humana, o RH ajuda a criar condições para o aparecimento da inovação e para que as idéias e sugestões fluam com liberdade. Tornar as relações humanas mais transparentes, zelar pelo convívio sadio entre profissionais, desobstruir canais de comunicação, orientar e capacitar gestores são algumas das práticas que já fazem parte do cotidiano e do portfólio de RH. Para além destas práticas mais conhecidas, o RH pode, por exemplo, desenvolver ferramentas mais sofisticadas que apóiem gestores na identificação de profissionais com potencial inovador, onde estas ferramentas deveriam primeiramente ser conhecidas por todas as pessoas que ocupam cargos de importância.

Esta parece ser senão a única, uma excelente alternativa para a inovação nas empresas,ou seja, empenhar e mobilizar o potencial humano nesta direção. A conclusão de toda a história é que não é necessário apenas competências, é necessário caráter.

 Por: Luis Felipe Cortoni, é sócio-diretor da LCZ Desenvolvimento de Pessoas e Organizações e professor da Fundação Vanzolini (USP).

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(no subject) [May. 8th, 2008|08:46 am]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256
                   Uma das várias coisas que eu consegui aprender com um colega de trabalho nas muitas conversas de almoço que tivemos é dar uma diferenciação muito grande entre dois conceitos muito utilizados pelos administradores modernos.: “Equipe alinhada” de “equipe acomodada”. Eu não consigo entender de onde vem a idéia de que se uma equipe está alinhada, dando resultados e está comprometida com o desenvolvimento e sucesso da empresa pode ser chamada de equipe “acomodada”. Na cabeça de alguns administradores, se não há problemas e nem pressão a equipe “se acomoda”, então a técnica histérica utilizada é: “vamos pressionar que pressionando e cobrando a equipe “rende mais”. Trabalhar em um ambiente onde não haja estresse não convém para este tipo de liderança que só se impõe pela autoridade creditada ao cargo. Pelo contrário, esta serenidade, calmaria e falta de estresse amedronta, desafia e contraria os pré conceitos adquiridos nas cadeiras de grandes universidades. O problema maior é quando a cobrança passa para a falta de respeito, onde o administrador impõe sua “pseudo” autoridade de gerencia a um grupo de pessoas em função de uma cobrança que até pode ser fruto da própria ignorância, e pior, de maneira descontrolada e rude. Cegamente segue-se uma cartilha aprendida em uma escola de administração dizendo que onde não há estresse há acomodação. Nestes casos as equipes que estão dentro de uma organização que já têm uma certa maturidade e em conseqüência uma certa “maneira menos estressante de trabalhar” incomoda de algum modo o conceito adquirido ( erroneamente ) em sala de aula .Pela sua moral e estratégia de planejamento , uma equipe que trabalha com uma liderança firme na qual não há conflitos de interesses e muito menos estresse, não necessariamente é uma “equipe acomodada”. A motivação para desenvolverem novos produtos, novos processos e , por vezes, trabalharem em tempos mais curtos deve advir de um desafio e não de uma cobrança exagerada por resultados superficiais. Não digo que não possa existir em alguma empresa , equipes de pessoas “acomodadas” que preferem o “deixar de fazer” ao “vamos ajudar, vamos nos motivar” Cabe ao administrador a capacidade intelectual , moral e experimental para saber separar o “joio” do “trigo” sem se utilizar de técnicas militares , autocráticas e estressantes desesperadas por resultados imediatistas mas que, pelo contrário, causam paúra e desmotivação não só sobre estas equipes em pauta mas também sobre outras equipes.
Com isto não seria aceitável a idéia de que em “time que se ganha não se mexe”, diria que a questão poderia der : “ Time que se ganha precisa de bons reforços para ganhar mais”, desde que o jogador não seja um “Edmundo” ou um “Gerson”.

Não confundir equipe alinhada com equipe acomodada. Não confundir empregados que trabalham muito bem juntos com “panelinha” e também não avaliar empregados pelo que ouviu alguém falar deles.
Seja um  Administrador.
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A ratoeira e a Empresa [Apr. 28th, 2008|07:58 am]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256


Certa feita, estava em alguma reunião ( acho que na igreja ) e me contaram uma história interessante. Como qualquer pessoa ao escutar histórias a INTERPRETAÇÃO da mesma depende do estado que você se encontra no momento, e naquele momento acho que estava preocupado com alguma coisa que acontecia na empresa onde trablho, motivo este que a história me marcou e a reproduzirei aqui. Infelizmente não sei a quem dar o crédito por desconhecer o autor.

"Existia um sitio no interior de São Paulo onde um casal morava e por algum motivo o casal estava incomodado com um ratinho sorrateiro.Para resolver de vez o problema a senhora comprou uma Ratoeira e colocou lá no armário. Ao olhar pelo buraco. o Ratinho viu a mulher mexendo no pacote e pensou logo no tipo de comida que poderia haver no saco.Ele poderia se dar bem.... Ao perceber a ratoeira, o ratinho ficou aterrorizado. Inconformado saiu correndo pelo páteo da fazenda e foi contar pra galinha , lá no galinheiro, o fato ocorrido. A galinha escutou e disse:"Desculpe senhor rato, eu entendo que isto seja um problema seu, mas não me prejudica em nada. Eu nunca terei porblemas com esta ratoeira". O rato foi até o porco e disse:" Há uma ratoeria em casa! ". " Desculpe-me sr. rato. Não há nada que eu possa fazer. Esta fora do meu controle. O máximo que eu posso fazer é rezar. Pode ficar tranquilo que eu o colocarei nas minas orações.. O rato, então foi falar com a Sra. Vaca. A Vaca lhe disse " O que sr, Rato? Uma ratoeira. Por acaso estou em perigo ? As minhas finanças estão bem, o curral está organizado. eu Faço tudo conforme aprendí na Holanda ( na Universidade das Vacas Leiteiras na Holanda ). Acho que não! Resolva seu problema pois não entendo nada de ratoeiras... e nem quero entender.! ". Então, o rato voltou pra casa cabisbaixo e frustrado. Más tratou logo de nunca passar perto da mesma. Uma nopite porém, a mulher do fazendeiro escutou um estalo, com se fosse o de uma ratoeira pegando uma vítima. Ela se levantou, foi até o armário pra ver o que havia pegado e , no escuro, ela não viu que o que a ratoeira tinha pegado era o rabo de uma cobra coral venenosa. E a cobra picou a milher.O fazendeiro á levou para o Hospital e ela voltou com muita febre. Todos nós do interior sabemos que para cruar uma febre alta, nada melhor do que canja de galinha bem quente. E foi o que o fazendeiro fez. Ele pegou a galinha e a matou pra fazer canja.Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral, inclusive os parentes mais distantes da capital.O fazendeiro então sacrificou a vaca para dar o que comer a todo mundo. O questionamento é o seguinte: por que nós , na empresa , achamos que os problemas de outro departamento não são nossos? Por que fazemos como a galinha, o porco e a vaca pós graduada, que só entende do curral e nem que entender um pouco ddepartamento do ratinho ? Quando percebemos que há falta de comunicação, percebemos também que pode haver é falta de interesse. O ser humano é curioso e inteligente por natureza... por que não utiliza a sua curiosidade, inteligencia e conhecimento para aprender um pouco das coisas do armário e tentar ajudar os pobres ratinhos que conseguem verificar alguns problemas em áreas que nem os porcos nem as galinhas conseguem entrar...do tipo buraco do queijo ?.

Como diria um conhecido palestrante: " Pense nisto ! "
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Vocação ? Para que ? [Jan. 2nd, 2008|03:56 pm]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256
Não adianta você querer “algo” sem ter “vocação” para este “algo”. Na nossa vida nos deparamos com várias situações práticas que exemplificam esta afirmação. Você não deveria ser médico somente porque sua família exige. Se assim o fizer, você será com certeza um médico não muito promissor. Medíocre seria a palavra certa. Por vezes você não pode querer ser cantor se não tiver voz afinada, sentimento de compasso e aptidão ou “vocação” para tal. A palavra vocação vem do latim vocare que significa chamado. Todos nós somos chamados, de uma forma ou de outra à fazer algo, à alguma coisa. Antigamente este termo significava qualquer espécie de aptidão. Por exemplo: aptidão para medicina, música, artes, etc.. Depois ele foi adquirindo um significado religioso passando a designar o chamado de Deus. Nos absteremos das posições religiosas e controversas, nós nos ateremos apenas ao significado estrito da palavra.
Você então, partindo deste pressuposto também não pode querer ser algo se apenas “achar” que tem vocação para tal. Vocação é algo que vem de dentro, é inato. Você simplesmente é e pronto! Nas organizações você não é líder simplesmente por querer sê-lo ou “achar” que tem vocação para. ( Você pode ser gerente, diretor, dono, chefe etc. através de vários artifícios ). Líder é Líder e pronto. Ai está um problema organizacional. Muitas pessoas não vocacionadas fazem algum treinamento profundo para determinado assunto e aprendem várias técnicas, artifícios e diferentes maneiras de se fazer coisas, e então, se estas pessoas tem por qualquer motivo um determinado “poder” de decisão dentro de uma organização, podem sair aplicando os conhecimentos e técnicas adquiridos com o intuito de obterem as mesmas respostas teóricas que viram em treinamentos. O negócio desanda e os gerentes não têm aplicação plausível para o acontecido. Isto acontece por se “achar” que tem “vocação”.
Se um erro aconteceu, não é porque a técnica era ruim, ou porque as pessoas responderam diferentemente do esperado. Será que não é porque tentou-se aplicar técnicas mas não se tinha vocação para aplicá-las? O que fazer ? Tentar de novo ? Ir insistentemente tentando? Um dos grandes problemas organizacionais é dar “empowerment” para pessoas que não tem vocação para liderar processos de mudança e nem vocação para lidar com este “poder” decisório. As técnicas podem ser aprendidas mas sua utilização com sabedoria é muito mais complexo. O contexto existe vocação. E é contra este “conflito de querer- não saber- não ter vocação” para é que temos que lutar. Temos que ser humildes o suficiente para entendermos que não basta termos estudado na UNESP ou USP , ter mestrado em Michigan e Doutorado em Harvard que nos tornamos líderes.... temos que ter vocação para... que em 2008 descubramos nossa “vocação” e que a desenvolvamos de uma maneira mais eficiente para que , possamos melhorar nossa percepção de nos mesmos e por conseguinte trabalharmos melhor e mais felizes. Ótimo 2008 pra você.
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FELIZ OLHAR NOVO ! Para você também Carmen! [Dec. 18th, 2007|11:04 am]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256
O texto abaixo me foi enviado pela Carmen, uma amiga de trabalho que, apesar de ter se aposentado, sempre se lembra dos amigos e ex-colegas de trabalho.

O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história. O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e o AGORA.
Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais... mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia?
Tem sentido ficar triste durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho? Quero viver bem.
2007 foi um ano cheio.
Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões: Normal.
Às vezes se espera demais das pessoas: Normal.
A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou: Normal.
2008 não vai ser diferente!
Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança?
O que eu desejo para nós é sabedoria!
E que nós saibamos transformar tudo em uma boa experiência!
Que nós consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim...
Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria 3, a dos amigos. Ou mude de classe, transforme-o em colega. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém.
O nosso desejo não se realizou? Beleza, não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa para esse momento (me lembro sempre de um ditado: CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE.)
Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes.
Desejo para você esse olhar especial.
2008 pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro.
2008 pode ser melhor, o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular...
ou...

Pode ser puro orgulho!
Depende de mim, de você!
Pode ser.
E que seja!!!
Feliz olhar novo!!!

Que a virada do ano não seja somente uma data, mas um momento para repensarmos tudo o que fizemos e que desejamos, afinal sonhos e desejos podem se tornar realidade somente se fizermos jus e acreditarmos neles!

Um ano novo cheio de mudanças!!! É o que eu desejo a todos!!

Feliz Natal e tenham um ótimo ano novo
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Minha mãe e o gerenciamento de conflitos.... [Dec. 18th, 2007|09:05 am]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256

Hoje tive uma grata surpresa ao descobrir que estou no caminho certo. Me senti muito feliz ! Descobri ao ler uma obra da FGV sobre administração de negócios que, intuitivamente, tenho colocado em prática já a algum tempo no meu ambiente de trabalho, muitas das indicações feitas nesta obra que é tida como "muito importante" do ponto de vista gerencial no mestrado sobre gerenciamento de projetos. Existem muitas coerências entre as apontações feitas pelos autores e suas citações e minha vida profissional no dia a dia, o que me deixa mais orgulhoso ainda pois mesmo sem ter "cursado " tal mestrado - minha carreira é estritamente na área de engenharia- tenho seguido conceitos intuitivamente. Mais claramente, entendo que técnicas podem ser aprendidas e exercitadas, entretanto, um bom líder profissional tem que ter , de um modo NATURAL , um alto QE associado a um bom QI para que se sinta a vontade para extrair melhor proveito de qualquer situação de negociações e de conflitos. Trocando em miúdos, o bom administrador e gerente tem que ter algumas qualidades e valores morais e éticos que, não necessariamente podem ser ensinados em qualquer escola , a não ser a escola da vida. Dentre as características principais destacam-se: coragem, disciplina, gentileza, humildade, integridade, justiça, lealdade, objetividade, organização, persistência, prestatividade, prudência,simplicidade, sinceridade e tolerância. Infelizmente , ainda me falta aprimorar grande parte destas virtudes - sou de carne e osso - mas me sinto grato pela dona Madalena - minha mãe - ter me iniciado e ensinado o caminho certo. Sem mestrado, sem faculdade , sem graduação... apenas com a intuição de ótima mãe. Que todos os gerentes e administradores profissionais tenham tido uma "MÃE".

Bom trabalho !
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Problema Cultural ? [Dec. 14th, 2007|01:24 pm]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256
A cultura brasileira, diferentemente das culturas orientais , ao invés de valorizarem a experiência dos "antigos", os renega a segundo plano por vezes desconsiderando sua vasta sapiência, experência e vivência em TODOS os campos.
Muitas vezes sábios são descartados da sociedade e destinados a viverem , sem exercitarem suas habilidades cerebrais, em situaçãos consideradas por muitos, subhumanas. Nas empresas brasileiras não é diferente. Os adolescentes empresariais recém saídos da universidade se julgam superiores e detentores de conhecimentos "mais modernos" e pela sua própria condição de falta de vivência, além de sairem falando que os "dinossauros" não estão "com nada", percebem-se com capacidade para assumirem posições de alta hierarquia e colocarem em prática todos estes conhecimentos recém adquiridos. Como acontece com a maioria dos adolescentes, só percebem seu erro quando chegam a fase adulta e descobrem que a vida não é tão simples quanto parecia. Quase sempre, os erros são tantos que já "estragaram" ou deixaram de viver fases importantes de suas vidas. Por muitas vezes,alguns não tão experientes empresários de "meia vida", favorecem estes adolescentes acreditando e sendo levados a acreditar que as "idéias" apresentadas são inovadoras e merecem todo o respeito do mundo e permitem cegamente sua implantação. Acontece que, para se conseguir sucesso em qualquer empresa, a alta direção deve saber BALANCEAR todas as habilidades das equipes, mantendo "dinossauros" que com sua experiência serão os FREIOS para o impulso adolescente dos recém contratados e a mediação dos empresários de "meia vida" , que ainda não conseguiram adquirir toda expereência na cultura e vida da empresa mas já são dotados de uma seneridade suficiente para coordenar as atividades e auferirem os lucros e resultados esperados pelos acionistas. O grau de "balanceamento" determina o sucesso, ou não, da empresa no mercado.

Ninguém é mais do que ninguém... mas a sinergia e coerência determina o sucesso ou não da empresa na qual você está inserido.

Bom trabalho.
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Pra rir ou chorar ? [May. 8th, 2007|10:16 am]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256
Hoje tive uma experiência nova na minha empresa. Nós temos um sistema de chamados eletrônicos para atendimento a problemas relacionados ao microcomputador ou a rede de computadores... antigamente digitava-se um determinado número, tinha um menu com apenas 2 opções e uma atendente atendia perguntava qual era o meu registro funcional e abria um ticket de chamado para encaminhar ao setor responsável pela falha. Hoje para minha surpresa recebi uma mensagem muito educada dizendo que a empresa estava “ aperfeiçoando” o sistema de atendimento para melhor servir-me. Depois, não mais duas opções me foram apresentadas e sim 3, o que já é um “aperfeiçoamento” , depois a gravação me pediu para digitar o numero do meu registro funcional de 6 dígitos. Prontamente fui transferido para um outro menu gravado com as seguintes opções: digite 1 se quiser “reset” de senha , tecle 2 se quiser abrir um ticket de reclamação, tecle 3 se quiser obter informações de chamados já abertos. Ora, eu teclei 2 como de costume e para meu espanto ouvi uma musiquinha elegante e uma mensagem dizendo: “Caro usuário, todos os nossos atendentes estão indisponíveis no momento, queira aguardar que o mais rápido possível atenderemos a sua ligação”. Depois de algum momento, a mesma atendente que sempre me atendia me atendeu e me informou que já estavam cientes do problema o qual eu relatava. Agora sim estou feliz... minha empresa finalmente aderiu ao sistema de atendimento moderno, descomplicado, não irritante e mais rápido que toda empresa moderna adota , o “bendito” call center seletivo. Finalmente tive a sensação de que estamos “evoluindo” para a era digital. Só falta sugerir que ao invés de teclar um ramal com 3 dígitos, eles disponibilizem um telefone 0800XXXXXXX com 11 dígitos e para aumentar nossa segurança além do numero do registro funcional digitar também o numero do CPF !
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Leões ou Gazelas ? Na empresa .... [Apr. 12th, 2007|10:24 am]
Cesar Calderaro http://lattes.cnpq.br/185733309256
Eu com certeza sou gazela !. Não por trabalhar em Campinas , mas porque todos os dias vou trabalhar com uma sensação de que naquele dia tenho que correr senão vou levar uma “comida” de alguém.... Quer por cobranças por coisas impossíveis que não dependam de minha área de atuação quer por solicitação de preenchimento de lindas planilhas em excel que tentam exclusivamente resolver problemas de procedimentos mal escritos e mal atendidos. De uma maneira ou outra somos impelidos a corre, corree, correr, quer sejamos leões ou gazelas.
Em engenharia existe uma cadeira chamada “Resistência dos Materiais”. Ela diz que tudo tem um coeficiente de elasticidade. Você pode aplicar uma força no material rígido que se ele estiver na fase elástica ele tem por si próprio a tendênia de voltar a ter as mesmas características Esta é a fase elástica. Se você aplicar uma força além da fase elástica o material deforma-se e raramente consegue voltar a ser o que era. Entretanto, existe um posto, apenas um ponto, que se a força aplicada a ele for maior do que se pode aplicar , o material se rompe, se quebra, se inutiliza. Este é o ponto de ruptura. Geralmente trabalha-se com qualquer material na sua fase elástica. Para tanto é preciso conhecer muito bem o material com o qual se está trabalhando, suas características internas, seu histórico, suas misturas etc. Você pode ser um excelente engenheiro mas se não conhecer a fundo as características já mencionadas você pode entortar-lo ou corre o grande risco de quebrá-lo. As empresas são assim,para se ter o controle da empresa é necessário trabalhar na fase elástica. Os líderes responsáveis assim o fazem para ter controle sobre as alterações. Na minha empre4sa eu acho que já estamos na faze de conformação , ou seja o material entortou, e tenho dúvidas se para melhor. Tenho muito medo de que, por falta de conhecimento do “material”, cheguemos inadvertidamente à ruptura. Daí não adianta corre nem correr, pois as gazelas serão esmagadas, os leões se transferirão para outros zoológicos para começarem a correr novamente e os donos e acionistas deste zoológico é que arcarão com o prejuízo todo. O que faço então ? Como parar o Leão e informar que apesar de eu ser gazela estamos no mesmo zoológico e se ele cair eu serei esmagado ?
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